Diretor: Sebastião Lima
Diretora Adjunta: Carla Félix

Nos últimos meses as embalagens de plástico ou embalagens de metal ou alumínio abrangidas pela Volta passaram a ter um acréscimo de 0,10 cêntimos, que funcionam como uma caução.

Para receber o dinheiro de volta, basta colocar as embalagens vazias num Ponto Volta, desde que as embalagens sigam certos critérios, como por exemplo: vazias, sem apresentarem-se machucadas, com tampa e com código legível. A própria máquina devolve a embalagem se esta não apresentar os critérios necessários, recomendando a sua colocação no ecoponto Amarelo. A máquina irá imitir um talão com o valor da entrega que poderá ser trocado ou descontado na loja onde procedeu à entrega ou mesmo descontado nas compras que irá fazer. Se preferir também poderá receber o valor monetário. Há possibilidade do valor ser adicionado ao cartão de uma superfície comercial ou de ser utilizado em outro estabelecimento comercial.

Esta campanha tem como objetivo aumentar a reutilização dos materiais e diminuir a quantidade de lixo abandonada nos espaços. Se antes víamos muitas pessoas a colocar embalagens no ecoponto amarelo, agora existe uma corrida ao ecoponto por jovens ( nas faixas etárias dos 13 –15 anos), pessoas de meia idade e sem abrigos ou carenciados à procura de embalagens para poderem trocar por dinheiro.

Na nossa localidade não é diferente. Os nossos ecopontos apresentam-se com sujidade acumulada ao seu redor por tirarem o lixo à procura de embalagens de plástico e metal inseridas no programa Volta.

Nós enquanto consumidores somos também penalizados quando vamos a um café ou restaurante e compramos bebidas em embalagens mencionadas anteriormente, cujo o valor nos é cobrado sem termos retorno, mesmo que as garrafas ou latas fiquem em cima da mesa em bom estado.

Andamos às voltas, pagamos, entregamos e recebemos... ou simplesmente somos penalizados por ter adquirido o produto. É como um jogo em que nem todos no mesmo patamar.

Carla Félix, Diretora Adjunta

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Acerca do Jornal da Praia

Este jornal é um quinzenário de informação geral que tem por objetivo a divulgação de factos, opiniões, debates, ideias, pessoas, tendências, sensibilidades, em todos os domínios que possam ser importantes para a construção de uma sociedade mais justa, livre, culta, inconformada e criativa na Região Autónoma dos Açores.

Este jornal empenha-se fortemente na unidade efetiva entre todas as ilhas dos Açores, independentemente da sua dimensão e número de residentes, podendo mesmo dar atenção primordial às ilhas de menores recursos, desde que tal postura não prejudique a implantação global do quinzenário no arquipélago dos Açores.

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